Bus, Airport, Airplane, Airport, Bus, Hi!, Kiss, Eye-to-eye, Kiss, Bus, Taxi, House, Home? No.
People, Hi!, Hi!, Hi!, Hello, Bedroom, baggage, Bed, Kiss, More, more, more...
Hands, skin, Eyes, Clothes, Careless, Kisses, Arms, Mind...
Colors, flowers, rivers, Mountains, (FUCK).
End, Kisses, Promises, Passion, Love, Taxi, Bus, Airport, Airplane, Airport, Bus, taxi, HOME.
Awake.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Distante
Paixão Platônica da minha parte, tara da sua.
Sonhar faz bem, e quero realizar todos os meus sonhos.
Utópicos ou não, faço meus os seus e queria que fizesses teus os meus.
Quero te abraçar como nunca ninguém foi antes,
Provar o sabor cruel da saudade nos teus lábios,
Tirar na tua carne a angústia da minha pele,
E desfrutar os mais bacanais prazeres nas tuas mãos.
Sabendo que talvez a primeira e última das minhas maravilhosas noites
Terminaria com um acordar assustado com gosto de quero mais.
Meus segredos estão expostos a ti, e minha sede se traduz no meu olhar.
Se te quero como antes, não me importa mais,
Pois sempre te quis, e quererei até que eu me acorde novamente.
E talvez eu nunca te alcance, pois está duplamente distante de mim.
És a minha impossibilidade. Mas ainda me reserva o destino três dádivas:
A Esperança; O poder de sonhar; E a incerteza dos caminhos da vida.
E distância nenhuma é capaz de destruir esses dons.
Sonhar faz bem, e quero realizar todos os meus sonhos.
Utópicos ou não, faço meus os seus e queria que fizesses teus os meus.
Quero te abraçar como nunca ninguém foi antes,
Provar o sabor cruel da saudade nos teus lábios,
Tirar na tua carne a angústia da minha pele,
E desfrutar os mais bacanais prazeres nas tuas mãos.
Sabendo que talvez a primeira e última das minhas maravilhosas noites
Terminaria com um acordar assustado com gosto de quero mais.
Meus segredos estão expostos a ti, e minha sede se traduz no meu olhar.
Se te quero como antes, não me importa mais,
Pois sempre te quis, e quererei até que eu me acorde novamente.
E talvez eu nunca te alcance, pois está duplamente distante de mim.
És a minha impossibilidade. Mas ainda me reserva o destino três dádivas:
A Esperança; O poder de sonhar; E a incerteza dos caminhos da vida.
E distância nenhuma é capaz de destruir esses dons.
domingo, 15 de junho de 2008
À Espera da Esperança, no fim.
Carta de Despedida
___________________________________________________________
Meu Caro,
Venho pelas curtas linhas que me foram dispensadas tentar costurar os retalhos dessa pavorosa situação. Realmente tenho de confessar que o prazer de ter toda a alegria que o dinheiro possa proporcionar é uma tentação para qualquer mulher. Mas os motivos que me afastaram de vós foram maiores que isso.
A tua beleza não reside só no poder de tuas palavras, mas a forma como elas eram cuidadosamente pronunciadas - e até algumas vezes sussurradas baixinho ao ouvido - são a maior parte do charme! Teus encantos são muito maiores do que as tuas poesias, meras palavras mesmo que cheias de poder. Não sou movida a letras, mas sim, a carícias. Estive estes anos todos ao seu lado pela forma como me fazias sentir amada, querida. Mas a tua vida se resumia a olhar-me, inspirar-se e procurar agradecer-me pela inspiração prestada. Mas eu sou uma mulher, e sou mais que uma musa, sou mais que uma inspiração. Sou uma rosa, tão sensível quanto, tão colorida quanto. E tão viva quanto. E não pude sentir-me viva enquanto não notavas que eu tinha espinhos, que eu murchava à falta de cuidados. E que poéticas e aquarelas já não me satisfaziam a alma e o ego.
Dei minha cartada final, o maior golpe que qualquer descendente de Eva pode repassar: A tentação. Foi com ela que te proporcionei o que ousas categorizar como "a melhor noite de sua vida". E assim o fiz. Quando do amanhecer, saí com a certeza de que não mais o veria, e de que não mais viveria essa amor tão sublime da forma mais justa que possa haver no mundo. Te deixei meu lenço branco, que me foi dado pela sua pessoa na ocasião de meu aniversário último. Nele estavam gravadas as seguintes palavras: "Eis me aqui, pronto para suas lágrimas, mesmo nunca desejando vê-las.". Beijei-o. Resolvi que essa seria a minha melhor lembrança a você, pois estaria embebida de poesia e de sentimento, e que renderia muito mais olhares indiretos que diretos. E sabia que não terias olhares para outra forma de vida. E sabia que esse amor cegaria-te por toda a eternidade. Sabia também que meu lenço seria idolatrado totalmente inerte. E seria guardado, sempre soube, intacto.
Estive em muitos lugares mundo afora, e conheci novos horizontes. A única coisa que não morreu dentro de mim foi a esperança. E foi ela que me fez chegar até tuas linhas, por acaso. E mesmo que nessa ocasião, mesmo vendo que não estás mais aqui para aliviar-me a dor, eu resolvi que seria justo responder-te, dá-te a oportunidade de ouvir a minha. Minhas fracas pernas já não agüentam meu peso, e minhas trêmulas mãos já cansam com algumas poucas linhas, mas esforço nenhum me trará de volta a esta mesma sala alguns anos no passado. Se me arrendo? Não. Pois a minha convicção - de que aquela seria nossa última noite - ter sido totalmente concretizada me dá a força pra seguir adiante nos meus dias, ainda que quase escassos. Força essa que me trouxe até aqui hoje a arrumar suas gavetas, agora abandonadas.
Te desejo uma boa viagem, e que me esperes, pois agora já sabes de tudo, e quaisquer dúvidas perguntas ao Onipotente, que agora está ao teu alcance.
PS: Hoje vim pôr fim ao seu sofrimento, assim como à minha espera. Sabes aquela casa do outro lado da rua, que sempre esteve abandonada? Por todos esses anos vivi bem ali, esperando que você abrisse o lenço que te dei. Nele estava escrito: "Sob o vaso na janela está a chave da minha casa, que é logo ai na esquina. Te espero."
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Meu Caro,
Venho pelas curtas linhas que me foram dispensadas tentar costurar os retalhos dessa pavorosa situação. Realmente tenho de confessar que o prazer de ter toda a alegria que o dinheiro possa proporcionar é uma tentação para qualquer mulher. Mas os motivos que me afastaram de vós foram maiores que isso.
A tua beleza não reside só no poder de tuas palavras, mas a forma como elas eram cuidadosamente pronunciadas - e até algumas vezes sussurradas baixinho ao ouvido - são a maior parte do charme! Teus encantos são muito maiores do que as tuas poesias, meras palavras mesmo que cheias de poder. Não sou movida a letras, mas sim, a carícias. Estive estes anos todos ao seu lado pela forma como me fazias sentir amada, querida. Mas a tua vida se resumia a olhar-me, inspirar-se e procurar agradecer-me pela inspiração prestada. Mas eu sou uma mulher, e sou mais que uma musa, sou mais que uma inspiração. Sou uma rosa, tão sensível quanto, tão colorida quanto. E tão viva quanto. E não pude sentir-me viva enquanto não notavas que eu tinha espinhos, que eu murchava à falta de cuidados. E que poéticas e aquarelas já não me satisfaziam a alma e o ego.
Dei minha cartada final, o maior golpe que qualquer descendente de Eva pode repassar: A tentação. Foi com ela que te proporcionei o que ousas categorizar como "a melhor noite de sua vida". E assim o fiz. Quando do amanhecer, saí com a certeza de que não mais o veria, e de que não mais viveria essa amor tão sublime da forma mais justa que possa haver no mundo. Te deixei meu lenço branco, que me foi dado pela sua pessoa na ocasião de meu aniversário último. Nele estavam gravadas as seguintes palavras: "Eis me aqui, pronto para suas lágrimas, mesmo nunca desejando vê-las.". Beijei-o. Resolvi que essa seria a minha melhor lembrança a você, pois estaria embebida de poesia e de sentimento, e que renderia muito mais olhares indiretos que diretos. E sabia que não terias olhares para outra forma de vida. E sabia que esse amor cegaria-te por toda a eternidade. Sabia também que meu lenço seria idolatrado totalmente inerte. E seria guardado, sempre soube, intacto.
Estive em muitos lugares mundo afora, e conheci novos horizontes. A única coisa que não morreu dentro de mim foi a esperança. E foi ela que me fez chegar até tuas linhas, por acaso. E mesmo que nessa ocasião, mesmo vendo que não estás mais aqui para aliviar-me a dor, eu resolvi que seria justo responder-te, dá-te a oportunidade de ouvir a minha. Minhas fracas pernas já não agüentam meu peso, e minhas trêmulas mãos já cansam com algumas poucas linhas, mas esforço nenhum me trará de volta a esta mesma sala alguns anos no passado. Se me arrendo? Não. Pois a minha convicção - de que aquela seria nossa última noite - ter sido totalmente concretizada me dá a força pra seguir adiante nos meus dias, ainda que quase escassos. Força essa que me trouxe até aqui hoje a arrumar suas gavetas, agora abandonadas.
Te desejo uma boa viagem, e que me esperes, pois agora já sabes de tudo, e quaisquer dúvidas perguntas ao Onipotente, que agora está ao teu alcance.
Beijos de sua eterna maldita,
Clara Cavalcantti
Clara Cavalcantti
PS: Hoje vim pôr fim ao seu sofrimento, assim como à minha espera. Sabes aquela casa do outro lado da rua, que sempre esteve abandonada? Por todos esses anos vivi bem ali, esperando que você abrisse o lenço que te dei. Nele estava escrito: "Sob o vaso na janela está a chave da minha casa, que é logo ai na esquina. Te espero."
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Ontonte ôvi uma proza tristi
Fais unz dia qui eu mi aprocheguei puraquí
I num paricia ton diferenti du qui eu cunhicia
Inté qui oiei cunz óio maiz bein abrido
Era uma diferensa mei iskisita di sintí
Uma coisa qui os zóio mei qui num via
Mas a ialma si muía di tom que era o duído
Oiei na rua i num via ninguein nos bar
As pessoa num si senta a prozêiá nas calssada
Us mininu num brinca di corrê inté cansá
Vívi presu dentu duma casa injaulada
Nun sei cumé ki êlis si aguenta
Essa falta du qui fazê o dia todu
Di casa pra iscola, êlis só sai e entra
Só vendo sempre akeli mêrmo pôvu
Essa minha roça era diferenti dimaiz
Aquilu sim é que é uma vida boa!
Nóiz corre, nóiz brinca, di tudo nóiz faiz
Trabaiandu , nóiz nunca tamo a toa
Si'acordemo cedo pra dismamá as vaca
Juntá us óvu i prepará a bóia
Í pro rossadu, cá inxada e cás faca
Pra coiê o qui prantô, i dá pra patrôa
Um vixtido di xita bein bunitim
Pra ela si sinti a dona du pedáçu
I cuidá dos minino tudu cum carím
Prum mode dá pra eu um abrássu
I um xêro no cangote do neguim
Nus dumingu tomá aqueli banhu maiz caprixadu
Botá aquela colonha importada da fransa
A rôpa maiz arrumada, cum xêro de guardadu
A butina qui ingraxei pru dia de danssa
Si ajuntá na quermesse adispois da missa du santu
Pra nóiz vê u muvimentu du queim-vem, du queim-vai
Oiá as muié bunita dando sopa num cantu
I us fógos di artifíssu nu séu, que si paressi cum az istrela qui cai
Indu lá prás banda pertu du má
Um dia nóiz si mudemu da cidadi
Mutivu da fía qui ia istudá
Numa tár di faculidadi
Essa minina, qui já era era muié,
Tava grandi, trabaiadêra danada,
Mau si via ela pra tumá café
Só si via lá pra meia noiti, deitada
Muída di cansassu du mundu
Cansada di tambein ficá só
Chamô nóiz pra vivê na cidade
Cunz ói xei dágua que dava dó
A vida era muintu difícir
Nóiz nun sabia fazê nada pur lá
Trabaiu nin um sirvia pra nóiz
Di fazê nada a genti ia um dia cansá
Maiz o amô era maió
I a fía tava contenti
Ficava toda geitoza
Ria que via os denti!
Unz anu si passô i a muié ficô duenti
Um tár di cânci qui ela pegô
Durô pôcu, sofreu muinto
Nin um ospitár salvô minha frô
Um vazíu nu peitu qui dói a alma toda
Num quiria maiz sabê dessa cidadi assassina
Levô minha frôzinha bela inda ton mossa
Me dexô sozim cás minha minina
Nun guentei di vontadi
Di í era minbora dalí
'Rumei tudo minhas mala
Vi u ônbus, i subi
Nun sisquecí da maudadi
Nein da dô qui sinti
Do amô qui se foi
I di tudo qui eu vi
Vortei pra páiz du meu lá
Pá minha caza ton quirida
Maiz quaiz nun ricuincí
A rua qui viví quaiz toda vida
Hoji vivo du mermo geito da cidadi grandi
Meu Deuz, mau nin um pra ninguein eu péssu
Puêra, Lixu, Violenssa, Mórti, e as Duenssa,
Prifiria tê vivido sin ter vistu essi tár de pógressu!
I num paricia ton diferenti du qui eu cunhicia
Inté qui oiei cunz óio maiz bein abrido
Era uma diferensa mei iskisita di sintí
Uma coisa qui os zóio mei qui num via
Mas a ialma si muía di tom que era o duído
Oiei na rua i num via ninguein nos bar
As pessoa num si senta a prozêiá nas calssada
Us mininu num brinca di corrê inté cansá
Vívi presu dentu duma casa injaulada
Nun sei cumé ki êlis si aguenta
Essa falta du qui fazê o dia todu
Di casa pra iscola, êlis só sai e entra
Só vendo sempre akeli mêrmo pôvu
Essa minha roça era diferenti dimaiz
Aquilu sim é que é uma vida boa!
Nóiz corre, nóiz brinca, di tudo nóiz faiz
Trabaiandu , nóiz nunca tamo a toa
Si'acordemo cedo pra dismamá as vaca
Juntá us óvu i prepará a bóia
Í pro rossadu, cá inxada e cás faca
Pra coiê o qui prantô, i dá pra patrôa
Um vixtido di xita bein bunitim
Pra ela si sinti a dona du pedáçu
I cuidá dos minino tudu cum carím
Prum mode dá pra eu um abrássu
I um xêro no cangote do neguim
Nus dumingu tomá aqueli banhu maiz caprixadu
Botá aquela colonha importada da fransa
A rôpa maiz arrumada, cum xêro de guardadu
A butina qui ingraxei pru dia de danssa
Si ajuntá na quermesse adispois da missa du santu
Pra nóiz vê u muvimentu du queim-vem, du queim-vai
Oiá as muié bunita dando sopa num cantu
I us fógos di artifíssu nu séu, que si paressi cum az istrela qui cai
Indu lá prás banda pertu du má
Um dia nóiz si mudemu da cidadi
Mutivu da fía qui ia istudá
Numa tár di faculidadi
Essa minina, qui já era era muié,
Tava grandi, trabaiadêra danada,
Mau si via ela pra tumá café
Só si via lá pra meia noiti, deitada
Muída di cansassu du mundu
Cansada di tambein ficá só
Chamô nóiz pra vivê na cidade
Cunz ói xei dágua que dava dó
A vida era muintu difícir
Nóiz nun sabia fazê nada pur lá
Trabaiu nin um sirvia pra nóiz
Di fazê nada a genti ia um dia cansá
Maiz o amô era maió
I a fía tava contenti
Ficava toda geitoza
Ria que via os denti!
Unz anu si passô i a muié ficô duenti
Um tár di cânci qui ela pegô
Durô pôcu, sofreu muinto
Nin um ospitár salvô minha frô
Um vazíu nu peitu qui dói a alma toda
Num quiria maiz sabê dessa cidadi assassina
Levô minha frôzinha bela inda ton mossa
Me dexô sozim cás minha minina
Nun guentei di vontadi
Di í era minbora dalí
'Rumei tudo minhas mala
Vi u ônbus, i subi
Nun sisquecí da maudadi
Nein da dô qui sinti
Do amô qui se foi
I di tudo qui eu vi
Vortei pra páiz du meu lá
Pá minha caza ton quirida
Maiz quaiz nun ricuincí
A rua qui viví quaiz toda vida
Hoji vivo du mermo geito da cidadi grandi
Meu Deuz, mau nin um pra ninguein eu péssu
Puêra, Lixu, Violenssa, Mórti, e as Duenssa,
Prifiria tê vivido sin ter vistu essi tár de pógressu!
quarta-feira, 11 de junho de 2008
O que fiz pra te roubar pra mim (or Happy Birthday, my inspiration!)
Jeito de menino
Cara de moleque
Faz o dia mais feliz
Cada vez que olha pra mim
Nunca tá de bem
Nunca tá de mal
Tá sempre vivendo,
Sentindo cada segundo
Faz aquilo que tem que fazer
Não hesita, não pára pra ver
E é por isso que me encanta
Que me faz sentir O.K.
Além de me inspirar
Cada vez que cruza-me o caminho
Virtual, mais que real
Vivo, cheio de gás
Jovial, mas não tanto mais!
Hoje é o dia, e cada dia é só mais um
A continuação de ontem e
A primeira parte de amanhã
Todo dia é seu dia
Basta que você apareça e tudo fica "blu"
Te digo sempre "tchau" com sabor de "té logo"
Porque a tua presença me entra
Me invade por mais que sete buracos
Pois não tá só na minha cabeça
Tá no meu coração!
Roubarei você um dia
E nunca mais vou te devolver
Não poderei dar garantia
A não ser que você
Não queira comigo fugir
Comigo largar tudo e sair
Ainda que seja por pouco tempo
Rápido e direto, sem demora
Vou te levar, mas posso te trazer
Aqui e ai, sempre que quiser é só perceber
Ler atentamente o que tô a te dizer
Hoje é dia especial e você ao menos vai querer
O acróstico que fiz pra você.
Cara de moleque
Faz o dia mais feliz
Cada vez que olha pra mim
Nunca tá de bem
Nunca tá de mal
Tá sempre vivendo,
Sentindo cada segundo
Faz aquilo que tem que fazer
Não hesita, não pára pra ver
E é por isso que me encanta
Que me faz sentir O.K.
Além de me inspirar
Cada vez que cruza-me o caminho
Virtual, mais que real
Vivo, cheio de gás
Jovial, mas não tanto mais!
Hoje é o dia, e cada dia é só mais um
A continuação de ontem e
A primeira parte de amanhã
Todo dia é seu dia
Basta que você apareça e tudo fica "blu"
Te digo sempre "tchau" com sabor de "té logo"
Porque a tua presença me entra
Me invade por mais que sete buracos
Pois não tá só na minha cabeça
Tá no meu coração!
Roubarei você um dia
E nunca mais vou te devolver
Não poderei dar garantia
A não ser que você
Não queira comigo fugir
Comigo largar tudo e sair
Ainda que seja por pouco tempo
Rápido e direto, sem demora
Vou te levar, mas posso te trazer
Aqui e ai, sempre que quiser é só perceber
Ler atentamente o que tô a te dizer
Hoje é dia especial e você ao menos vai querer
O acróstico que fiz pra você.
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